GRISUL e GEASur – parcerias na Unirio

O GEAsur convida o Grisul para compartilhar os saberes na aula da disciplina do Doutorado em Educação intitulada “Educação Ambiental no Contexto Latinoamericano” que será realizada na próxima quarta-feira, dia 1 de novembro às 14h, para uma reflexão desde el Sur global.

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O GRISUL (Grupo de pesquisa em Relações Internacionais e Sul Global), criado em 2014 na Escola de Ciência Política da UNIRIO tem por objetivo o desenvolvimento de pesquisas nas áreas de relações internacionais, política global e política externa, com um foco especial na perspectiva do Sul Global.

Para saber mais clique aqui GRISUL

Seminário de Gestão Ambiental Pública

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Convidamos a todas e todos para compartilhar conosco do LEUS/PUC e GEASur/UNIRIO estes momentos de troca e reflexão sobre a importância de termos em nossas mãos a gestão de nossa casa e de nosso meio ambiente.

O seminário será realizado na PUC-Rio no dia 8 de novembro e na UNIRIO no dia 9 de novembro. Confira a programação no site:

seminariodegestaoambientalpublica.wordpress.com
Venha participar conosco!

IV Encontro Internacional pela Terra e Território

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O IV Encontro Internacional pela Terra e Território, ocorreu entre os dias 14 e 17 de setembro, no vale do Rio Guapiaçu, Rio de Janeiro, onde foi produzida a Carta Política do Encontro “Carta de Guapiaçu pelo Rio, Pela Vida e Pela Dignidade”.

O GEASur, com sua proposta de educação ambiental que olha para os territórios e para suas pedagogias de resistência, se mostra sensível a causa dos agricultores e agricultoras do Vale do Guapiaçu e demonstra seu apoio compartilhando aqui as palavras dessa gente de luta. Disponibilizando-se para o apoio na realização de estudos acadêmicos que apoiem o movimento contra o projeto de uma barragem sem diálogo.

Carta de Guapiaçu pelo Rio, pela Vida e pela Dignidade

Nós somos faxinalenses, vazanteiros, pescadores, ilhéus do Rio Paraná, indígenas Kaigang, Suruí Aikewara e Xavante A’uwê Uptabi Marãiwatséde, quilombolas, quebradeiras de coco babaçu, camponesas e camponeses, trabalhadores da cidade e do campo, agentes de pastoral, educandos e educadores universitários vindos de todas as regiões do Brasil, da Bolívia, Colômbia e Chile, e nos reunimos no Vale do Guapiaçu, em Cachoeiras de Macacu – RJ, entre os dias 14 e 17 de setembro de 2016 para o IV Encontro Internacional pela Terra e Território. Viemos para nos conhecer, narrando nossas lutas e as formas como habitamos, convivemos e cuidamos de nós e de nossos territórios, intercambiando nossas experiências de vida, de produção e organização política. Viemos também para darmos as mãos, nos fortalecendo em nossas lutas.

Fomos muito bem recebidos pela comunidade do Vale do Guapiaçu e pudemos também conhecer algumas das histórias dos homens e mulheres que aqui vivem. São histórias marcadas por diferentes processos de exploração do trabalho e de expulsão que fizeram com que essas famílias viessem para essa região nos anos 1960 e 1970 e passassem a lutar para conquistar essa terra em que vivem hoje. Foi a partir da terra conquistada e reconhecida pelo Estado na forma de assentamentos de reforma agrária que puderam construir uma vida com dignidade, criando suas formas de convivência e auto-organização, produzindo alimentos e água para si e para o abastecimento da cidade, cuidando de sua cultura e da sua memória.

Infelizmente, também soubemos que essa vida se encontra mais uma vez ameaçada pela expulsão, em função de um projeto que desrespeita a comunidade e quer impor a construção de uma barragem no Rio Guapiaçu, a cerca de 100 Km do Rio de Janeiro. Esse projeto, proposto pela Secretaria do Ambiente desse estado, insere-se no conjunto de condicionantes do licenciamento ambiental do Complexo Petroquímico (COMPERJ) e no cenário de “estresse” hídrico do leste da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Esse projeto mente à população do Rio de Janeiro ao afirmar-se como necessário para o abastecimento de parte da cidade, ignorando outras possibilidades alternativas. O projeto esconde que esta barragem teria um curto prazo de validade, pois estudos mostram que em 2035 ela já não seria mais capaz de abastecer a população da cidade, o que reforça sua inviabilidade.

O projeto, que já vem sendo ventilado há 6 anos, ameaça mais de 1.000 famílias em 12 comunidades, oprimindo-as ao trazer-lhes insegurança e constantes ameaças, dificultando que elas continuem com sua vida e sua produção. O projeto reativa as histórias de expropriação, expulsão e violência que já marcam as memórias dos homens e mulheres que aqui vivem. A barragem, se concretizada, inundará 2.100 ha e impedirá a produção de milhares de toneladas de alimentos – aipim, milho, jiló, quiabo, laranja, goiaba, palmito de pupunha, hortaliças e leite – que saem mensalmente do Vale do Guapiaçu para o CEASA do Rio de Janeiro (o que representa 40% do total ali comercializado) e para mais de 70 escolas estaduais como merenda escolar, alimentando nossas crianças todos os dias. Além disso, seriam mais de 15 mil empregos diretos e indiretos destruídos.

O projeto de barragem, na verdade, só atende um único interesse: o do grande capital e seus representantes no governo, eles próprios responsáveis pelo Estudo de Impacto Ambiental que tem se mostrado inconsistente quando confrontado tanto pelo conhecimento local, como por estudos científicos independentes. Os moradores, organizados no Movimento dos Atingindos por Barragens (MAB) não se negam a compartilhar a água e apresentaram projetos alternativos para aumentar o volume de água que já é captado pelo sistema Imunana-Laranjal na Bacia Guapiaçu-Macacu para abastecimento do Leste Metropolitano, através de recuperação das nascentes e das matas ciliares e manutenção do rio vivo para garantir água e alimentos para sempre. Estes projetos sequer têm sido considerados pelo governo.

Por todos esses motivos, nós, aqui reunidos no IV Encontro Internacional pela Terra e pelo Território denunciamos que essa barragem é mais uma violência que tem se reproduzido em todo o território nacional e nos solidarizamos e apoiamos a luta das companheiras e companheiros do Vale do Guapiaçu contra ela. Afirmamos que todos os rios devem ser livres e precisam continuar vivos para garantir águas para a vida e não para a morte. Terra e Água não são mercadorias!

Vale de Guapiaçu, 17 de Setembro 2016

ASSINAM ESTA CARTA:

Grupos, Comunidades, Movimentos Socias, Instituições

LEMTO-UFF – Laboratório de Estudos de Movimentos Sociais e Territorialidades – Rio de Janeiro,

Brasil

IPDRS – Instituto para el Desarrollo Rural de Sudamérica, Bolívia

AGB – Associação dos Geógrafos Brasileiros, Brasil

APIB – Articulação dos Povos Indígenas do Brasil

Articulação Puxirão de Povos Faxinalenses, Paraná, Brasil

Associação Quilombola Brejo dos Criolos, Minas Gerais, Brasil

Brigadas Populares, Brasil

Blog Combate Racismo Ambiental

CEDAC – Centro de Ação Comunitária – Rio de Janeiro/RJ

ColetivoSAN-RJ – Coletivo de Segurança Alimentar do Rio de Janeiro/RJ

Comunidade Caraíbas Norte de Minas, Minas Gerais, Brasil

Comunidade Quilombo do Kalunga, Goiás, Brasil

Comunidade Quilombola Castainho, Pernambuco, Brasil

Comunidades Ribeirinhas do Rio São Francisco, Brasil

CPT – Comissão Pastoral da Terra, Brasil

Fórum dos Atingidos pela Indústria do Petróleo e Petroquímica nas Cercanias da Baía de

Guanabara – FAPP-BG

Grupo de Trabalho Estudos Críticos do Desenvolvimento Rural – CLACSO

Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas – Ibase

Indisciplinar UFMG – Escola de arquitetura da UFMG

Indisciplinar UFOP – Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal de Ouro Preto

Indisciplinar Ecuador

LABERUR – Laboratório de Estudos Rurais e Urbanos, Universidade Federal de Sergipe – UFS,

Sergipe, Brasil

MAB – Movimento dos Atingidos por Barragens, Brasil

MCP – Movimento de Comunidades Populares, Brasil

MIQCB – Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco babaçu, Brasil

Movimento dos Ilhéus do Rio Paraná, Paraná, Brasil

Movimiento de Defensa del Agua, la Tierra y el Medioambiente, MODATIMA, Chile

MPP – Movimento de Pescadores e Pescadoras Artesanais, Brasil

MPS – Movimento Pró-Saneamento e Meio Ambiente da Região do Parque Araruama – São João

de Meriti/RJ

MST – Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra, Brasil

NETAJ-UFF – Núcleo de Estudos sobre Territorialidades Ações Coletivas e Justiça, Rio de Janeiro

Núcleo de Extensão em Desenvolvimento Territorial: Agroecologia, Gênero e Participação

Política no Campo Sergipano, Brasil

Povo Kaingang, Paraná, Brasil

Povo Suruí-Aikewara, Pará, Brasil

Povo Xavante, Terra Indígenas Marãiwatsédé, Mato Grosso, Brasil

Quilombo Paiol de Telha, Paraná, Brasil

Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Apodí, Rio Grande do Norte, Brasil

Via Campesina, Brasil

Xingu Vivo para Sempre, Pará, Brasil

Adesões Invidividuais

Ailynn Torres Santana – Investigadora y Profesora, Flacso-Ecuador

Alejandra Santillana Ortiz – Directora Instituto de Estudios Ecuatorianos.

Alexander Panez Pinto, LEMTO, Niterói – RJ, Brasil

Alexania Rossoto, MAB, Rio de Janeiro, Brasil

Aline Miranda Barbosa, IFPR/LEMTO,

Alzeir Coimbra Pereira, MAB, Cachoeiras de Macacu – RJ, Brasil

Amantino Sebastiao de Beija – APF-Faxinalenses

Ana Carolina Pordo

Angela Massumi Katuta – UFPR

Ayala Dias Ferreira – MST/Pará

Carlos Walter Porto-Gonçalves , LEMTO, Niterói – RJ, Brasil

Cledeneuza María Bizerre Oliveira – MIQCB/CIMQCB

Clifford Andrew Welch – Professor da História Contemporânea do Brasil, Escola de Filosofia,

Letras e Ciências Humanas UNIFESP – Universidade Federal de São Paulo, Brasil

Cosme Rite, Xavante A’uwê Uptabi Marãiwatséde, Mato Grosso, Brasil

Daniela Saares da Silva, Movimento Xingu Vivo,

Diego Dominguez – IIGG-UBA-CONICET, Argentina

Dionizio Felipe, MAB, Cachoeiras de Macacu – RJ, Brasil

Eduardo Barcelos, AGB – GT Agrária , São Pedro da Serra – RJ – Brasil

Eliane Tomiasi Paulino – Universidade Estadual de Londrina, Brasil

Eliud Torres Velázquez – Doctorante en el Posgrado de Desarrollo Rural, UAM Xochimilco,

Ciudad de México.

Elsa Guzman Gomez , Mexico

Eraldo da Silva Ramos Filho, UFS, Sergipe – Brasil

Ester Monsonis Ferrer

Estevão Tsimitsute , Xavante A’uwê Uptabi Marãiwatséde, Mato Grosso – Brasil

Fernando Machicao Bowles – Colectivo Territórios en Resistencia Bolivia

Fernando Michelotti – UNIFESSPA, Marabá – PA, Brasil

Flavio Bladimir Rodriguez – Universidad Externado de Colombia, Bogota, Colombia

Francisco Edilson Neto – STTRA

Gabriel Fortunato, NETAJ, Niterói, Brasil

Gabriela Dantas,MAB, Rio de Janeiro, Brasil

Jacob Binsztok – POSGEO, Univerisdade Federal Fluminense, Brasil

Joao Bejamin Franco – ILHÉUS

Jorge Montenegro – ENCONTRA/UFPR

José Beserra de Araujo, MCP, Rio de Janeiro, Brasil

José Carlos – Quilombo Castaínho – PE

Juan Guillermo Ferro Medina – Profesor Asociado Facultad de Estudios Ambientales y Rurales

Pontificia Universidad Javeriana Coordinador Observatorio de Territorios Étnicos y Campesinos

Colombia

Juan Valdés Paz – Investigador, UNEAC. La Habana, Cuba

Juan Wahren – Docente e Investigador IIGG/UBA (Argentina)

Julia Santos Rodríguez Dias, Rio de Janeiro, Brasil

Kreta Kaningang, Kaigang/350 Brasil/APIB,

Laiany Rose Souza Santos – Universidade Federal de Sergipe, Movimento de Mulheres

Camponesas, Brasil

Laura dos Santos Rougemont , NETAJ, Niterói, Brasil

Leandro Bonecini de Almeida, LEMTO, Rio de Janeiro, Brasil

Levir Jacinto, MAB, Cachoeiras de Macacu – Rj, Brasil

Lidianny Fonteles – Antropóloga do Instituto de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), Brasil

Lina María Hurtado, LEMTO, Niterói – RJ, Brasil

Lourdes Fernandes de Souza , Associacao Quilombola Kalunga, Monte Alegre – GO, Brasil

Luciana Miranda de O. Costa, Rio de Janeiro, Brasil

Luciano Concheiro Borquez – UAM-Xochimilco, México

Luis Felipe Rincón – Universidade Estadual Paulista (UNESP) – Brasil

Luiz Jardim, UERJ/ AGB – GT Agrária, Rio de Janeiro, Brasil

Magno Silvestri, UFMT , Mato Grosso, Brasil

Manuel Erlano de Sica – MST

Marcela Burger Sotto Maior, LEMTO, Niterói – RJ, Brasil

Marcio Santos, MCP, Rio de Janeiro, Brasil

Mara Edilara Batista de Oliveira – Universidade Federal Fluminense – UFF / IEAR, RJ, Brasil

María José Cavalcante – Pastoral da Terra

Marina Micos Macieira, FFP/UERJ, Rio de Janeiro, Brasil

Mario Sosa Velazquez, Universidad Rafael Landivar, Guatemala

Mauro Fabiano, MST, Macaé – RJ, Brasil

Mercedes Solá Pérez, Brasil

Messias Gonçalves dos Santos, MAB, Cachoeiras de Macacu – RJ, Brasil

Michel Couto Lopes, NETAJ/UFF, Niterói – RJ, Brasil

Milson Betancourt, LEMTO/UFF, Bogotá, Colômbia

Natalia Alves – Brigadas Populares

Nahyda Franca – Ibase

Nelia Rodríguez Souza – Empório do Cerrado

Nicanor Alvarado Carrasco, Lima, Perú

Oscar Bazoberry, IPDRS, La Paz, Bolívia

Pablo Barbetta – Investigador CONICET- IIGG- UBA – Argentina

Paula Vidal Molina – Profesora Escuela de Trabajo Social, Universidad de Chile

Paulo Alentejano, UERJ/AGB – GT Agrária, Rio de Janeiro, Brasil

Pedro D’Andrea Costa, AGB – GT Agraria, Niterói, Brasil

Pilar Lizárraga Aranibar – Investigadora Comunidad de Estudios JAINA – Bolívia

Plácido Junior, CPT, Recife – PE, Brasil

Raquel Neyra Soupplet, Lima, Perú

Rosemeire A de Almeida – UFMS/Três Lagoas-MS-Brasil

Rosilene Brives Viana de Melo, MAB, Cachoeiras de Macacu – RJ, Brasil

Rogerio da Conceição – MPP

Rosilene Borges da Conceicao, MAB, Cachoeiras de Macacu – RJ, Brasil

Ruth Bautista Durán, IPDRS, La Paz, Bolívia

Stalin Gonzalo Herrera Revelo – Investigador Asociado al Instituto de Estudios Ecuatorianos

Sofía Astelarra – IIGG-UBA – Argentina

Tania Pacheco – Blog Combate Racismo Ambiental

Thiago Damas, NETAJ/UFF, Rio de Janeiro, Brasil

Verónica Rodrigues, LEMTO/UFF, Rio de Janeiro, Brasil

Welton Awayten Suruí – Suruí Aikewara

 

Diálogo com Porto Rico

Recebemos os amigos de Porto Rico para nossa reunião semanal na UNIRIO.

 

Nos contaram sobre a histórica luta pela independência de Porto Rico, as relações de dominação pelas corporações estadunidenses, a afirmação da identidade portoriquenha.

A constituição de Porto Rico, uma constituição colonial primeiramente aprovada pelos Estados Unidos, diz que a primeira obrigação do governo de Porto Rico é pagar as suas dívidas, em especial dívida externa. 

Atualmente existe uma invasão do capital estrangeiro, que não propicia melhorias para a comunidade. Os jovens não conseguem emprego e migram para outros países em busca de melhor qualidade de vida.

Apresentaram os calendários produzido para provocar diálogo e discussão, análise e reflexão, para não aceitarmos a sociedade conservadora patriarcal onde as mulheres não são representadas, em especial as mulheres negras.

Calendários que abraçam a diversidade, mostram outras formas de expressar a solidariedade, outras formas de atuar contra o feminicídio de porto rico.

Este calendário foi feito em homenagem a uma militante do grupo que foi assassinada, atropelada e largada na rua. A justificativa dada pela polícia foi que ela estava andando sozinha na rua a noite. Então o grupo decidiu demostrar sua dor. Elas então saíram por dois meses, duas vezes na semana para andar nas ruas. Nuas, saíram na mesma hora que a mulher andava na rua, hora que uma mulher não deve andar sozinha. Fizeram o projeto reclamando o direito “Nossos corpos são nossos”

 El cuerpo como un espacio de expresion política y de solidariedad

O GEASur apoia os movimentos latinoamericanas e caribenhos e fica feliz em receber os colegas, conhecer suas histórias e se juntar na luta pela transformação da sociedade.

Simpósio de Educação Continuada, Infância e Literatura

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É com grande satisfação que convidamos todas e todos para o Curso de Formação Continuada para a Educação Básica.

Contaremos com a participação do prof. Renato Noguera, filósofo e professor da UFRRJ, que fala sobre o surgimento de uma tendência na filosofia brasileira chamada “Afroperspectividade”. Além do lançamento do livro Nana e Nilo que em suas aventuras, convidam outras crianças para conhecerem diversas culturas tais como: do Egito antigo, da Grécia antiga, de Hereros, de Vikings, de Pataxós, entre outras, descobrindo como vivem, viviam e viverão no futuro as crianças de outras partes do mundo e quais as suas maneiras de se divertir e resolver os mais diversos desafios.

Onde? Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), Centro de Ciências Humanas (CCH) no auditório Paulo Freire – Urca.
Programação:
Das 15h as 17h
Contação de histórias e recreação infantil com alunos do Ensino Fundamental
Local: Biblioteca infanto-juvenil da Unirio

Das 18h as 20h
Palestra com Renato Noguera
Local: Auditório Paulo Freire

A partir das 20h
Lançamento do livro Nana e Nilo
Atividade cultural “Nananilando” com Bapt e Ralphen Rocca
Local: Auditório Paulo Freire